Quem somos
Não somos agência. Somos a operação de marketing pensada como plano de vendas.
A TM começou como uma operação de tráfego pago. E foi crescendo por acúmulo — cada função nova que a gente adicionou (comercial, CRM, dashboard, rastreamento, apoio em oferta) foi porque tráfego sozinho não fecha o mês. Nunca fechou.
Isso mudou o jeito de pensar marketing por aqui. Marketing não é campanha. Não é criativo. Não é engajamento. Marketing é o plano de vendas do próximo trimestre, com etapas, processos e metas. Tráfego é a entrada do plano. Comercial é o meio. Dado é o freio de mão. Todos precisam funcionar juntos, ou o plano trava.
A TM opera o plano inteiro. Não vende tráfego solto, não vende consultoria de papel, não vende dashboard que ninguém abre. Vende plano de vendas rodando.
Marketing é um plano de vendas.
Curtida, aqui, não paga boleto.
Para quem existe a TM
A TM foi feita para três tipos de empresa.
Não é para quem está começando a validar o produto, nem para quem quer terceirizar decisão. É para quem já tem operação, já tem receita, e quer parar de crescer no chute.
Empresas que travaram no teto.
Faturam entre R$500k e R$10M/mês, cresceram até aqui e não conseguem passar do próximo degrau. O gargalo não é o produto — é a estrutura comercial.
Operações que dependem demais do dono.
Toda venda importante passa pelo fundador. O processo não roda sem ele. Precisam de método, CRM operando de verdade e um time comercial que fecha sozinho.
Modelos de negócio com ciclo consultivo.
Ticket relevante, decisão em várias camadas, ciclo longo — setor moveleiro de alto padrão, saúde e odontologia, leilões, iGaming, tecnologia B2B.
Para quem a TM não é
Empresas que ainda não validaram o produto. Quem quer pagar barato por “gestão de tráfego” no cardápio. Quem procura fórmula pronta em vez de método.
Quem atendemos
Trabalhamos com empresas de alto padrão que já faturam a partir de R$ 500 mil por mês — o suficiente pra que a máquina tenha escala pra girar. A decisão acontece na mesa com o dono, sem intermediário, porque é quem assina que precisa acreditar no processo. E o processo só funciona se for seguido: nosso resultado depende da execução do outro lado tanto quanto da nossa.
Não é exigência de marketing — é o que realmente precisa estar de pé pra que o método funcione.